
Decide sozinho
onde tem regra.
Um operador autônomo que classifica, prioriza, responde e executa dentro do escopo combinado. Loga cada decisão e avisa quando aparece algo fora do roteiro.
Operação · O que a Hubble faz
Cada caso é um agente, uma automação ou uma integração que entra no seu time e fica responsável por uma decisão repetitiva. A que hoje consome o melhor do seu dia.
Tudo que a Hubble entrega cai em uma destas três caixas. Pode ser uma sozinha. Pode ser uma trilha. Geralmente é uma combinação que liga sistema, decisão e gente, e some no dia a dia.

Um operador autônomo que classifica, prioriza, responde e executa dentro do escopo combinado. Loga cada decisão e avisa quando aparece algo fora do roteiro.

Um trilho de processo que dispara num evento, conversa com os sistemas do seu time, chama o operador quando precisa de decisão, e devolve pra ferramenta certa de cada pessoa.

Um painel auditável que une tudo: o que o operador decidiu, o que a trilha processou, o que o time precisou tocar. Sem reunião pra entender, sem planilha pra cobrar.
O ponto fixo da operação
Pensa nele como contratação. Não é uma ferramenta que o time aprende a usar. É um operador que entra com nome, função, turno e dono humano. Tem rosto, voz e responsabilidade combinada. Como qualquer pessoa que opera no time.
Diferença pra um humano: aparece todo dia, opera 24/7, não esquece o que combinou e não confunde dois casos parecidos. Diferença pra um software: tem cara, escopo definido e responde a alguém.
Hubble não é uma agência terceirizando entrega. Quando você fala com a gente, você fala com quem decide, projeta e sobe pra produção. Sem intermediário.
A Hubble é um time enxuto de quatro pessoas, cada uma responsável por uma das áreas que fazem um caso virar operação: tecnologia, negócio, finanças e entrega.
Arquitetura dos operadores e das trilhas. Stack escolhido e revisado caso a caso, sem caixa preta.
Leitura de processo e ponte com o cliente. Garante que o escopo desenhado é o que faz sentido pro caixa.
Formação em mercado financeiro. Rigor onde dinheiro é o output do operador.
Prazo, qualidade e supervisão do pós implantação. Cada caso em órbita tem um dono no núcleo.
Uma amostra do que ficou em produção e ainda gira. Setor, escopo, métrica — sem nome bonito de case.
Nada de POC pra apresentar pro board, nada de discovery de três meses. Cada passo tem prazo, dono e entregável combinado.
Você descreve a operação. A gente diz se é caso pra Hubble ou não, na hora.
30 minutosMapeamos o gargalo, o impacto financeiro e os sistemas envolvidos. Saída: relatório de uma página.
1 semanaQuem é o operador, o que decide, onde escala, como conversa com o time. Especificação técnica e cronograma fechado.
2 semanasPrimeiro caso operando em ambiente real, com tráfego real. Você acompanha cada decisão pelo painel.
6 a 8 semanasA Hubble fica responsável. Você cobra entrega, não esforço. Expansão para novos casos sai do mesmo contrato.
∞Antes de marcar a conversa, vale pular essas. Se a resposta gerar outra dúvida, é exatamente isso que a gente discute na chamada.
Um projeto inicial leva em média 3 meses do primeiro contato até o operador em produção. Casos mais densos podem se estender. Antes de fechar, a gente apresenta o cronograma com data por etapa.
O operador confere com o humano antes de executar sempre que o caso estiver fora do roteiro normal. Erros viram regra nova na iteração seguinte. Casos críticos podem subir com escala progressiva: 10%, 50% e 100% do volume, até confiança total.
Se tem API, webhook ou e-mail, sim. Stack legada também: temos casos rodando contra ERP de 1998. Onde não tem porta, a gente abre.
Você. Sempre. Operadores rodam na sua infra ou na nossa, sua escolha. E você pode levar embora a qualquer momento: modelos, prompts, logs.
Sinal · Como entrar em contato
Trinta minutos. Você descreve a operação, a gente diz se é caso pra Hubble ou não. Sem pitch, sem teatro. Só o ajuste técnico.